Para que todos os que defendem o sistema do agronegócio percebam o erro que cometem.
Para que as pessoas entendam o real objetivo de quem tem mais poder (lucro).
Para que todos entendam o que um capitalista escolhe entre o lucro e o ser humano.
VEJAM A SEGUINTE NOTÍCIA!!!
"Fiscalização liberta 16 de duas propriedades pecuárias
Repórter Brasil*
27 de março de 2011 às 10:48h
Por Bianca Pyl
Um grupo de 16 pessoas, incluindo um adolescente de 12 anos, foi libertado de condições análogas à escravidão pelo Grupo Especial de Fiscalização Móvel, que reúne membros do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), do Ministério Público do Trabalho (MPT) e da Polícia Federal (PF). A ação ocorreu em duas fazendas no Pará, na segunda quinzena de fevereiro.
Na Fazenda Santa Luzia, que está registrada em nome de Gustavo Araújo da Nóbrega, foram flagrados sete vítimas da escravidão contemporânea. A atividade desenvolvida na área, localizada em São Geraldo do Araguaia (PA), é a criação de gado bovino. Além dos libertados, havia mais cinco empregados com registro e morando em alojamentos em condições melhores, de acordo com Alexandre Elias, auditor fiscal que participou da ação.
Não havia água potável para consumo. A água consumida era retirada de um córrego, que também era utilizado pelos trabalhadores como ponto para banho. A alimentação não era garantida pelo empregador; as próprias vítimas eram obrigadas a comprar comida e preparar as refeições. Instalações sanitárias e energia elétrica também não eram oferecidas.
O alojamento era uma construção de madeira que apresentava frestas. Os buracos possibilitavam a entrada de animais peçonhentos, fator de risco para a segurança e saúde dos alojados. No galpão coletivo, havia homens e mulheres. Alguns estavam no local junto com suas famílias – o que não é permitido, conforme a Norma Regulamentadora 31 (NR 31)
A admissão dos empregados ocorreu entre outubro do ano passado e fevereiro deste ano. A maioria mora na região de São Geraldo do Araguaia (PA). Eles construíam cercas na fazenda, aplicavam produtos químicos (agrotóxicos) e limpavam a área que formaria o pasto.
Após assinar o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), proposto pelos procuradores do MPT que acompanharam a ação, o proprietário pagou cerca de R$ 15 mil em verbas rescisórias aos libertados. As irregularidades encontradas ensejaram a lavratura de 13 autos de infração.
Mais vítimas
Ainda com a operação em curso, a fiscalização recebeu mais uma denúncia de exploração de trabalho escravo. Na Fazenda Nossa Senhora de Fátima, que pertence à Cristiani de Jesus Mendonça e está localizada na zona rural de Novo Repartimento (PA), foram encontradas mais nove pessoas que estavam sendo submetidas a condições análogas à escravidão.
Ao todo, 11 trabalhadores estavam no local. Dois deles – a cozinheira e o vaqueiro – estavam em condições regulares de alojamento e não foram resgatados. Um adolescente de 12 anos também foi resgatado do local e recebeu as verbas trabalhistas rescisórias as quais tinha direito. Por ter menos de 18 anos, ele não pode receber, as três parcelas do Seguro-Desemprego para Trabalhador Resgatado, como os adultos.
Além disso, um idoso enfermo também foi afastado do trabalho. “Foi emitida a Comunicação de Acidente do Trabalho [CAT] e da estabilidade. Por isso, não foi requerido o Seguro-Desemprego”, informou o auditor fiscal Alexandre. A fiscalização suspeita que o trabalhador ficou doente por conta da aplicação de agrotóxicos sem a devida proteção.
Os empregados exerciam as funções de limpeza do pasto, montagem de cerca e aplicação de agrotóxicos. Eles foram aliciados em Novo Repartimento (PA) mesmo e no município de Açailândia (MA). Os alojamentos estavam em condições precárias: as instalações sanitárias, por exemplo, estavam quebradas. Uma família inteira vivia junto com outros empregados.
A empregadora assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). Cada trabalhador recebeu R$ 2,5 mil por dano moral individual. No total, Cristiani pagou mais de R$ 26 mil aos trabalhadores. Os representantes do MTE na operação emitiram 16 autos de infração.
A Repórter Brasil não conseguiu contactar os dois empregadores para colher a posição dos mesmos em relação às fiscalizações."
Fonte: http://www.cartacapital.com.br/sociedade/fiscalizacao-liberta-16-de-duas-propriedades-pecuarias
______
E.O.T.
domingo, 27 de março de 2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
Ótimo texto do LFG
Grande parte da violência seria para garantir a exploração econômica
Uma primeira resposta possível (à indagação sobre a quem interessa todas as mortes geradas pelo poder estatal no Brasil): a máquina torturante e cruel do Estado (agentes de repressão) mata (e tortura) para, desde logo, manter e reforçar o seu poder de controle social. O escopo, primeiro, como se vê, é institucional (é preciso firmar o espaço da instituição, é preciso cumprir suas tarefas, que são cobradas diariamente pela população e pela mídia).
Nossa cultura é de resolver conflitos pela violência
Nós brasileiros somos violentos? Estamos em guerra civil?
De outro lado, sem que haja qualquer tipo de conspiração concertada, parece certo que a soma de todas as violências praticadas por todas as instituições oficiais (agências repressivas ou não) serve também a uma finalidade camuflada, escondida, que é a de preservação do sistema político e econômico-financeiro (que instituiu no nosso país uma forma de exploração econômica).
Se nossa guerra diária não deriva de razões religiosas nem territoriais, se não se trata de uma invasão de estrangeiros etc., só pode ser para a preservação dos poderes institucionais e, em última instância, do sistema político e econômico-financeiro vigente, que deita suas raízes na exploração econômica de alguns seguimentos sociais (os dependentes).
Para garantir essa exploração econômica (que vem de 1500) nosso país já foi construído de forma desigual, difundindo-se (no último século) favelas por todos os lados. Esse modelo de Estado (em que um grupo explora o outro grupo) é extremamente conflitivo.
Para conter os conflitos é preciso controle. E o controle é feito por meio da violência. Daí a segregação das periferias, a conservação e reprodução das masmorras e dos métodos de tortura, a disseminação dos grupos de extermínio, a garantia da impunidade de praticamente todas as atrocidades e violações de direitos humanos, a industrialização da marginalização étnica e social, a criação das prisões-jaulas para os miseráveis serem aí depositados (como bichos), a cultivação do extremismo étnico, a propagação das discriminações, o incentivo da cegueira religiosa, a não limitação do fanatismo político e ideológico, a organização da nossa vida em postulados eugenistas (mortes profiláticas, limpeza), a difusão do terrorismo urbano para a manutenção da ordem, a eliminação de pessoas (dos “inimigos”), a impunidade dos agentes torturadores etc.
Quem mata e quem morre? A violência da máquina de guerra do Estado (agentes da repressão) está vitimizando quem? E quem está matando em nome da manutenção do controle social? Manifeste. Dê sua opinião."
por Luis Flávio Gomes
fonte: http://www.blogdolfg.com.br/cultura-da-nao-violencia/grande-parte-da-violencia-seria-para-garantir-a-exploracao-economica/
______
E.O.T.
Uma primeira resposta possível (à indagação sobre a quem interessa todas as mortes geradas pelo poder estatal no Brasil): a máquina torturante e cruel do Estado (agentes de repressão) mata (e tortura) para, desde logo, manter e reforçar o seu poder de controle social. O escopo, primeiro, como se vê, é institucional (é preciso firmar o espaço da instituição, é preciso cumprir suas tarefas, que são cobradas diariamente pela população e pela mídia).
Nossa cultura é de resolver conflitos pela violência
Nós brasileiros somos violentos? Estamos em guerra civil?
De outro lado, sem que haja qualquer tipo de conspiração concertada, parece certo que a soma de todas as violências praticadas por todas as instituições oficiais (agências repressivas ou não) serve também a uma finalidade camuflada, escondida, que é a de preservação do sistema político e econômico-financeiro (que instituiu no nosso país uma forma de exploração econômica).
Se nossa guerra diária não deriva de razões religiosas nem territoriais, se não se trata de uma invasão de estrangeiros etc., só pode ser para a preservação dos poderes institucionais e, em última instância, do sistema político e econômico-financeiro vigente, que deita suas raízes na exploração econômica de alguns seguimentos sociais (os dependentes).
Para garantir essa exploração econômica (que vem de 1500) nosso país já foi construído de forma desigual, difundindo-se (no último século) favelas por todos os lados. Esse modelo de Estado (em que um grupo explora o outro grupo) é extremamente conflitivo.
Para conter os conflitos é preciso controle. E o controle é feito por meio da violência. Daí a segregação das periferias, a conservação e reprodução das masmorras e dos métodos de tortura, a disseminação dos grupos de extermínio, a garantia da impunidade de praticamente todas as atrocidades e violações de direitos humanos, a industrialização da marginalização étnica e social, a criação das prisões-jaulas para os miseráveis serem aí depositados (como bichos), a cultivação do extremismo étnico, a propagação das discriminações, o incentivo da cegueira religiosa, a não limitação do fanatismo político e ideológico, a organização da nossa vida em postulados eugenistas (mortes profiláticas, limpeza), a difusão do terrorismo urbano para a manutenção da ordem, a eliminação de pessoas (dos “inimigos”), a impunidade dos agentes torturadores etc.
Quem mata e quem morre? A violência da máquina de guerra do Estado (agentes da repressão) está vitimizando quem? E quem está matando em nome da manutenção do controle social? Manifeste. Dê sua opinião."
por Luis Flávio Gomes
fonte: http://www.blogdolfg.com.br/cultura-da-nao-violencia/grande-parte-da-violencia-seria-para-garantir-a-exploracao-economica/
______
E.O.T.
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
CARTA MAIOR - Wall Street contra os pobres e a classe média
"O novo orçamento de Obama é uma continuação da guerra de classe da Wall Street contra os pobres e as camadas médias. As oligarquias dominantes atacaram novamente, desta vez através do orçamento federal. O governo dos EUA tem um enorme orçamento militar e de segurança. Ele é tão grande quanto os orçamentos do resto do mundo somados. Os orçamentos do Pentágono, da CIA e da Segurança Interna representam US$1,1 trilhão do déficit federal que a administração Obama prevê para o ano fiscal de 2012. O artigo é de Paul Craig Roberts."
Leia na íntegra: http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=17466
______
E.O.T.
Leia na íntegra: http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=17466
______
E.O.T.
BRASIL DE FATO: "McDonald´s: Maus tratos e superexploração"
"Nesta semana, nas bancas, o jornal Brasil de Fato traz uma grande reportagem sobre a superexploração e maus tratos que sofrem os jovens e adolescentes na maior rede fastfood do mundo. Confira a seguir trechos:
“Uma vez eu estava com uma bandeja cheia de lanches prontos para serem entregues e escorreguei. Quando ia caindo no chão, meu coordenador viu, segurou a bandeja, me deixou cair e disse: 'primeiro o rendimento, depois o funcionário'”, conta Kelly, que trabalhou na rede de restaurantes fast food McDonald´s por cinco meses.
“Lá você não pode ficar parado, se sentar leva bronca”, relata Lúcio, de 16 anos, que há 4 meses trabalha em uma das lojas da rede na cidade de São Paulo. “Você não tem tempo nem para beber água direito”, completa José, de 17 anos. “Uma vez eu queimei a mão, falei para a fiscal e ela disse para eu continuar trabalhando”, lembra o adolescente. Maria, de 16 anos, ainda afirma que, apesar da intensa jornada de trabalho nos restaurantes, recebe apenas R$ 2,38 por hora trabalhada.
Os relatos acima retratam o dia-a-dia dos funcionários do McDonald´s. Assédio moral, falta de comunicação de acidentes de trabalho, ausência de condições mínimas de conforto para os trabalhadores, extensão da jornada de trabalho além do permitido por lei e fornecimento de alimentação inadequada são algumas das irregularidades apontadas por trabalhadores da maior rede de fast food do mundo.
Somente no Brasil, o McDonald´s tem mais de 600 lojas e emprega 34 mil funcionários, em sua maioria jovens de 16 a 24 anos.
As relações de trabalho impostas pelo McDonald´s são objetos de estudo de muitos pesquisadores. Do mesmo modo, pelas irregularidades recorrentes, a rede de fast food é alvo de diversas denúncias na Justiça do Trabalho.
Em São Paulo, o Sindicato dos Trabalhadores em Hotéis e Restaurantes de São Paulo (Sinthoresp), ao longo dos anos, tem denunciado as más condições a que são submetidos os funcionários do McDonald´s.
Recentemente, resultou em uma punição ao McDonald´s uma denúncia feita há quinze anos pelo sindicato ao Ministério Público do Trabalho (MPT) da 2ª Região, em São Paulo. Trata-se de um acordo que, além de exigir o cumprimento de adequações trabalhistas, estabelece o pagamento de uma multa de R$ 13,2 milhões.
Desse valor, a rede de fast food deve destinar R$ 11,7 milhões ao financiamento de publicidade contra o trabalho infantil e à divulgação dos direitos da criança e do adolescente durante os próximos nove anos. Além disso, a rede deve doar R$ 1,5 milhão para o Instituto de Medicina Física e Reabilitação do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). O compromisso foi firmado em outubro de 2010 e passou a valer em janeiro deste ano.
As investigações realizadas pelo MPT a partir da denúncia do Sinthoresp confirmaram as seguintes irregularidades: não emissão dos Comunicados de Acidente de Trabalho (CAT); falta de efetividade na Comissão Interna de Prevenção de Acidentes; licenças sanitárias e de funcionamento vencidas ou sem prazo de validade, prorrogação da jornada de trabalho além das duas horas extras diárias permitidas por lei, ausência do período mínimo de 11 horas de descanso entre duas jornadas e o cumprimento de toda a jornada de trabalho em pé, sem um local para repouso.
O MPT também apontou irregularidades na alimentação fornecida aos trabalhadores: apesar de oferecer um cardápio com variadas opções, o laudo da prefeitura de São Paulo reprovou as refeições baseadas exclusivamente em produtos da própria empresa por não atender às necessidades nutricionais diárias. Em relação à alimentação, o McDonald´s chegou a ser condenado, em outubro de 2010, pela Justiça do Rio Grande do Sul a indenizar em R$ 30 mil um ex-gerente que, após trabalhar 12 anos e se alimentar diariamente com os lanches fornecidos pela rede de fast food, engordou 30 quilos. (A reportagem completa você lê na edição impressa número 417 do jornal Brasil de Fato).
*Os nomes dos funcionários citados na matéria são fictícios."
fonte: http://www.brasildefato.com.br/node/5780
______
E.O.T.
“Uma vez eu estava com uma bandeja cheia de lanches prontos para serem entregues e escorreguei. Quando ia caindo no chão, meu coordenador viu, segurou a bandeja, me deixou cair e disse: 'primeiro o rendimento, depois o funcionário'”, conta Kelly, que trabalhou na rede de restaurantes fast food McDonald´s por cinco meses.
“Lá você não pode ficar parado, se sentar leva bronca”, relata Lúcio, de 16 anos, que há 4 meses trabalha em uma das lojas da rede na cidade de São Paulo. “Você não tem tempo nem para beber água direito”, completa José, de 17 anos. “Uma vez eu queimei a mão, falei para a fiscal e ela disse para eu continuar trabalhando”, lembra o adolescente. Maria, de 16 anos, ainda afirma que, apesar da intensa jornada de trabalho nos restaurantes, recebe apenas R$ 2,38 por hora trabalhada.
Os relatos acima retratam o dia-a-dia dos funcionários do McDonald´s. Assédio moral, falta de comunicação de acidentes de trabalho, ausência de condições mínimas de conforto para os trabalhadores, extensão da jornada de trabalho além do permitido por lei e fornecimento de alimentação inadequada são algumas das irregularidades apontadas por trabalhadores da maior rede de fast food do mundo.
Somente no Brasil, o McDonald´s tem mais de 600 lojas e emprega 34 mil funcionários, em sua maioria jovens de 16 a 24 anos.
As relações de trabalho impostas pelo McDonald´s são objetos de estudo de muitos pesquisadores. Do mesmo modo, pelas irregularidades recorrentes, a rede de fast food é alvo de diversas denúncias na Justiça do Trabalho.
Em São Paulo, o Sindicato dos Trabalhadores em Hotéis e Restaurantes de São Paulo (Sinthoresp), ao longo dos anos, tem denunciado as más condições a que são submetidos os funcionários do McDonald´s.
Recentemente, resultou em uma punição ao McDonald´s uma denúncia feita há quinze anos pelo sindicato ao Ministério Público do Trabalho (MPT) da 2ª Região, em São Paulo. Trata-se de um acordo que, além de exigir o cumprimento de adequações trabalhistas, estabelece o pagamento de uma multa de R$ 13,2 milhões.
Desse valor, a rede de fast food deve destinar R$ 11,7 milhões ao financiamento de publicidade contra o trabalho infantil e à divulgação dos direitos da criança e do adolescente durante os próximos nove anos. Além disso, a rede deve doar R$ 1,5 milhão para o Instituto de Medicina Física e Reabilitação do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). O compromisso foi firmado em outubro de 2010 e passou a valer em janeiro deste ano.
As investigações realizadas pelo MPT a partir da denúncia do Sinthoresp confirmaram as seguintes irregularidades: não emissão dos Comunicados de Acidente de Trabalho (CAT); falta de efetividade na Comissão Interna de Prevenção de Acidentes; licenças sanitárias e de funcionamento vencidas ou sem prazo de validade, prorrogação da jornada de trabalho além das duas horas extras diárias permitidas por lei, ausência do período mínimo de 11 horas de descanso entre duas jornadas e o cumprimento de toda a jornada de trabalho em pé, sem um local para repouso.
O MPT também apontou irregularidades na alimentação fornecida aos trabalhadores: apesar de oferecer um cardápio com variadas opções, o laudo da prefeitura de São Paulo reprovou as refeições baseadas exclusivamente em produtos da própria empresa por não atender às necessidades nutricionais diárias. Em relação à alimentação, o McDonald´s chegou a ser condenado, em outubro de 2010, pela Justiça do Rio Grande do Sul a indenizar em R$ 30 mil um ex-gerente que, após trabalhar 12 anos e se alimentar diariamente com os lanches fornecidos pela rede de fast food, engordou 30 quilos. (A reportagem completa você lê na edição impressa número 417 do jornal Brasil de Fato).
*Os nomes dos funcionários citados na matéria são fictícios."
fonte: http://www.brasildefato.com.br/node/5780
______
E.O.T.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Ótimo texto sobre a tão esperada "Reforma Política", do Autor Milton Temer, no site do PSOL
.
.
"Os principais colunistas políticos do Globo entraram pesado, nesta semana, na pauta da Reforma Política. E, como era de se esperar, entraram para atender ao senso comum, conservador e reacionário. ..."
.
.
Leia na íntegra:
http://socialismo.org.br/portal/politica/47-artigo/1896-reforma-politica-dando-nome-aos-bodes
______
E.O.T.
.
"Os principais colunistas políticos do Globo entraram pesado, nesta semana, na pauta da Reforma Política. E, como era de se esperar, entraram para atender ao senso comum, conservador e reacionário. ..."
.
.
Leia na íntegra:
http://socialismo.org.br/portal/politica/47-artigo/1896-reforma-politica-dando-nome-aos-bodes
______
E.O.T.
Marcadores:
Congresso Nacional,
Reforma Política
Assinar:
Comentários (Atom)
